
Projeto de Aterramento e SPDA – Segurança Elétrica
O projeto de aterramento e SPDA exige o uso de cálculo de aterramento, análise de resistividade do solo e dimensionamento de SPDA para garantir a segurança elétrica e a proteção contra descargas atmosféricas. Além disso, a instalação de para-raios precisa seguir a norma NBR 5419 e passar por inspeção termográfica para validar pontos quentes e falhas em conexões . A incorporação de equipotencialização, ART elétrica e manutenção preventiva SPDA assegura a conformidade legal e a confiabilidade contínua do sistema.
O projeto de aterramento cria um caminho de baixa impedância para dispersar correntes de fuga ou de falta, utilizando malha de aterramento, eletrodos e cálculo de aterramento para definir dimensões e materiais adequados.O SPDA (Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas) emprega captores (hastes Franklin, gaiola de Faraday ou esfera rolante) e descidas dimensionadas para até 200 kA, integradas à malha de aterramento para evitar diferenças de potencial perigosas.
Normas e Regulamentações
A ABNT NBR 5410 estabelece requisitos de aterramento em baixa tensão, definindo métodos de ensaio e limites de resistência elétrica, essenciais para o cálculo de aterramento .
A ABNT NBR 5419 (todas as suas partes) rege o dimensionamento de SPDA, cobrindo projeto, instalação, inspeção e manutenção de sistemas de para-raios.
Etapas do Projeto de Aterramento
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Análise de Solo: Realiza-se sondagem elétrica (métodos Wenner e Schlumberger) para mapear a resistividade do solo, informação crítica para o dimensionamento de eletrodos.
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Dimensionamento de Eletrodos: Define-se o tipo (hastes, placas ou radiantes “pé de galinha”) e espaçamento com base na resistividade e na corrente de falta estimada, aplicando cálculo de aterramento conforme a NBR 5419-3
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Projeto da Malha de Aterramento: Projeta-se uma malha de aterramento interligada que envolve toda a edificação, reduzindo a impedância e controlando tensões de passo e toque
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Integração com SPDA :Conecta-se a malha de aterramento ao subsistema de aterramento do SPDA para garantir equipotencialização e evitar diferenças de potencial durante descargas
Etapas do Projeto de SPDA
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Classificação de Risco: Avalia-se o índice ceraúnico, altura da estrutura e vulnerabilidade de pessoas/equipamentos para definir o nível de proteção (I–IV) .
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Seleção de Captores: Opta-se por captores Franklin, gaiola de Faraday ou esfera rolante, considerando o dimensionamento de SPDA e as dimensões da área protegida .
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Dimensionamento de Descidas:Calcula-se a bitola e o número de descidas para suportar correntes de até 200 kA sem ruptura, assegurando baixa impedância .
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Ligação ao Aterramento: Realiza-se a ligação com grampos ou solda exotérmica entre descidas e malha de aterramento para manter continuidade elétrica.
Integração e Manutenção
A integração entre aterramento e SPDA evita diferenças de potencial perigosas e danos por correntes de fuga cruzadas.A manutenção periódica inclui medições de resistência de aterramento (mínimo de 10 Ω recomendado) e inspeções visuais do SPDA, complementadas por termografia para identificar pontos quentes.
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Perguntas Frequentes sobre Projeto de Aterramento e SPDA
O que é SPDA?
O SPDA (Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas) é o conjunto de captores, descidas e aterramento que intercepta e conduz a corrente de raios até a terra, protegendo estruturas e pessoas
Quanto custa um projeto de SPDA e aterramento?
Os valores podem variar significativamente, dependendo de diversos fatores.
O que é aterramento e qual sua importância?
O aterramento é o sistema que estabelece um caminho de baixa impedância entre massa metálica e terra, garantindo a dissipação de correntes de falta e surtos elétricos, protegendo pessoas e equipamentos.
Qual a diferença entre SPDA e aterramento?
Enquanto o SPDA se destina especificamente à proteção contra raios, o aterramento cuida da dispersão geral de correntes de falta e surtos elétricos, servindo de base para o funcionamento do SPDA e demais dispositivos de proteção
Quando é obrigatório instalar um SPDA?
A instalação torna-se obrigatória após a análise de risco prevista na NBR 5419-2, que leva em conta altura da edificação, índice ceraúnico da região e tipo de ocupação
Com que frequência deve ser feito o laudo de aterramento?
Recomenda-se medições periódicas de resistência de aterramento a cada 3 anos em instalações comuns e anualmente em ambientes críticos, conforme orientações da NBR 5419-3.
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