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Religador Automático de Circuito (ACR) 

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A MS Projetos e Montagens Industriais oferece uma solução completa em religador automático, abrangendo levantamento técnico, projeto elétrico, estudo de proteção, especificação, fornecimento, instalação, parametrização, automação, comissionamento, manutenção e adequação às exigências da concessionária.

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O serviço é desenvolvido para redes aéreas, alimentadores, entradas de energia, subestações e sistemas industriais de média tensão. Cada aplicação é analisada individualmente para garantir que o equipamento seja corretamente dimensionado, instalado e coordenado com os demais dispositivos de proteção.

 

Solução completa em religadores automáticos

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O religador automático é um equipamento de proteção e manobra capaz de interromper o circuito ao identificar determinadas condições de sobrecorrente ou curto-circuito. Após a abertura, realiza tentativas programadas de religamento para verificar se a falha foi eliminada.

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Quando o defeito é temporário, o fornecimento pode ser restabelecido automaticamente. Caso a falha permaneça, o equipamento mantém o trecho desligado, evitando novas tentativas após a sequência configurada e permitindo que o problema seja localizado e corrigido.

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Além da proteção elétrica, os modelos controlados eletronicamente podem disponibilizar funções de medição, registro de eventos, comunicação remota, telecomando e integração com sistemas de supervisão.

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O escopo pode incluir:

  • projeto e especificação do religador;

  • cálculo de curto-circuito e estudo de proteção;

  • coordenograma e análise de seletividade;

  • fornecimento do equipamento e dos acessórios;

  • montagem em poste, rede aérea ou subestação;

  • aterramento, para-raios e alimentação auxiliar;

  • parametrização das funções de proteção;

  • automação e integração com SCADA;

  • comissionamento e testes funcionais;

  • manutenção preventiva e corretiva;

  • modernização de controles e instalações existentes.

Projeto de religador automático

 

O projeto de religador automático começa pela análise das características do sistema elétrico. São considerados a tensão da rede, corrente de carga, demanda prevista, nível de curto-circuito, capacidade de interrupção, condições ambientais, estrutura disponível e filosofia de operação.

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Também são definidos o ponto de instalação, tipo de montagem, conexões de média tensão, sistema de aterramento, para-raios, alimentação da caixa de comando, cabo umbilical, transformador auxiliar, comunicação e demais componentes necessários.​

Estudo de proteção e coordenação

 

A instalação do equipamento deve ser acompanhada por um estudo de proteção. Essa etapa define como o religador deverá atuar diante das diferentes condições de falha existentes no sistema.

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São analisadas as correntes de curto-circuito, curvas de atuação, proteção de fase e terra, tempos de abertura, sequência de religamentos e coordenação com fusíveis, relés, disjuntores, seccionalizadores e outros religadores.

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O objetivo é garantir que o dispositivo mais próximo da falha atue primeiro, isolando somente o trecho afetado sempre que a configuração da rede permitir.Quando necessário, são elaborados cálculo de curto-circuito, coordenograma de proteção, análise de seletividade e memória dos ajustes aplicados.

Instalação de religador automático

 

A instalação de religador automático pode ser executada em postes, redes aéreas, alimentadores, entradas de média tensão e subestações.

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A montagem contempla a estrutura de sustentação, fixação do equipamento, conexões elétricas, instalação de para-raios, aterramento, caixa de controle, circuitos auxiliares, alimentação, cabeamento de comando e interligação dos acessórios.

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Também são realizadas substituições de equipamentos antigos, mudanças de posição, correção de estruturas, adequação do aterramento e implantação de novos sistemas de controle.

 

Parametrização do religador

 

A parametrização consiste na aplicação dos ajustes de proteção e operação no controlador do equipamento. Podem ser configuradas funções de sobrecorrente de fase e neutro, curvas rápidas e temporizadas, tempos de atuação, quantidade de tentativas de religamento, intervalos entre operações, bloqueios, entradas e saídas digitais, alarmes e registros de eventos.

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Em equipamentos que oferecem recursos adicionais, também podem ser aplicadas funções direcionais, grupos de ajustes, proteção contra faltas à terra, detecção de linha energizada, bloqueio de fechamento e lógicas específicas de operação.

Automação, telecomando e integração com SCADA

 

Os controladores eletrônicos permitem incorporar o religador aos sistemas de automação da instalação.A integração pode possibilitar o acompanhamento de correntes, tensões, estado do equipamento, alarmes, registros de falhas e número de operações. Conforme as permissões configuradas, também podem ser enviados comandos remotos de abertura, fechamento, bloqueio e desbloqueio.

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​O trabalho inclui configuração das interfaces, testes de comunicação, validação dos sinais, integração com SCADA e verificação dos comandos locais e remotos.

Comissionamento e testes

 

Após a instalação e a parametrização, o religador passa pelo processo de comissionamento. São verificadas as conexões, condições mecânicas, alimentação auxiliar, aterramento, caixa de controle, entradas e saídas, comandos de abertura e fechamento, sinalizações, alarmes e comunicação.

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As funções de proteção e a sequência de religamento são testadas de acordo com o escopo definido. Também podem ser avaliados os intertravamentos, bloqueios, grupos de ajustes, registros de eventos e integração com o sistema supervisório.

Manutenção e modernização de religadores

 

A manutenção preventiva permite identificar problemas que podem comprometer a atuação da proteção ou causar indisponibilidade do equipamento.

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Na manutenção corretiva, são investigadas falhas como ausência de alimentação, perda de comunicação, bloqueio permanente, atuação indevida, impossibilidade de fechamento, defeitos no controlador e divergências nos ajustes.

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​Também são executados serviços de modernização, incluindo substituição do controle eletrônico, implantação de telecomando, atualização dos parâmetros, correção do aterramento e recomissionamento do sistema.

Onde o religador automático é utilizado?

 

O religador de média tensão pode ser aplicado em redes de distribuição, alimentadores industriais, subestações, entradas de energia, sistemas de geração, mineração, propriedades rurais e empreendimentos que necessitam de proteção e seccionamento automático.​

Projeto e instalação conforme os padrões da Cemig 

 

Projetos vinculados à rede da Cemig devem seguir os critérios técnicos aplicáveis à classe de tensão, ao tipo de rede e à finalidade da conexão.

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O trabalho pode envolver projeto da estrutura, instalação do religador, chaves seccionadoras, para-raios, proteção contra surtos, transformador auxiliar, aterramento, alimentação do controle, comunicação e documentação técnica.

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Dependendo da aplicação, podem ser considerados documentos como a ND-5.31 e os relatórios técnicos para instalação de religadores trifásicos automáticos em redes urbanas e rurais de média tensão.

Engenharia, montagem e entrega técnica

 

A execução integrada evita que o cliente precise contratar separadamente empresas para projeto, estudo de proteção, montagem, parametrização, automação e testes.

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Todo o processo pode ser conduzido desde o levantamento inicial até a entrada em operação, mantendo compatibilidade entre o projeto, o equipamento fornecido, os ajustes aplicados e a instalação executada.

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A entrega é definida conforme a necessidade do empreendimento e pode incluir. Entre em contato com a MS Projetos e Montagens Industriais. Para uma avaliação inicial

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